Corredores de aventura conquistam bons resultados no Aloha Spirit

Tema:Canoagem
Autor: Redação 360 Graus
Data: 1/10/2009

A primeira edição do Aloha Spirit, que aconteceu nos dias 26 e 27 de setembro, em Ilhabela (SP), organizado pela EcoOutdoor, reuniu não só os nomes mais fortes da canoagem nacional, como novatos no esporte que buscaram no evento uma oportunidade de terem um contato mais profundo com a modalidade.

Marcando presença forte, atletas de corrida de aventura competiram nas mais diversas categorias da prova, levando para casa medalhas e troféus como condecoração por seus bons resultados.

O esforço deles foi tanto que foi criada uma categoria, no sábado, especialmente para eles, com uma premiação nomeada de "Estreante de Honra". Os campeões desta categoria foram, no masculino, competindo de OC1, José Ricardo Tuto, com o tempo de 15min05; Christian Guarilia, aluno da Selva Aventura, com o total de 15min18, e Marco Antonio Carneiro, da AKSA, com o tempo de 16min34.

No feminino, Cristina Gaglianone, aluna da Selva Aventura, foi a campeã na categoria Estreantes, com o tempo de 20min30. Livia Rodrigues, que integra a equipe EU VOU foi a segunda colocada, com o total de 21min10.

Além dos campeões de OC1, os aventureiros competiram na OC2 e na OC6. Maurício Santi, também da EU VOU, fez dupla com Livia Rodrigues, na OC2 Estreante Mista e garantiu o pódio, deixando Victor Levy, também aluno Selva Aventura, e Cristina Gaglianone com a segunda posição da categoria.

Na OC2 Master Masculino, Maurício Santi se uniu a Marco Antonio Carneiro e a dupla foi a campeã da categoria. Reginaldo Ferreira Lima e Java foram os segundo colocados.

Na OC2 Open Mista, mais uma combinação de assessorias de corrida de aventura. Chris Guarilia e Livia Rodrigues competiram com grandes feras da canoagem havaiana, como Marina Filizola e Sérgio Prieto, e Roberta Filizona e Felipe Neumann.

Apesar de poucos terem tido contato com as canoas antes do evento, a diversão e superação foram as marcas da competição. Acostumados a remar ducks, eles tiveram que se adaptar aos remos de pá única, e remada unilateral, além da instabilidade da canoa, que virou muitas vezes, jogando os remadores ao mar.

"É muito divertido, fácil de remar e bem diferente do que estamos acostumados na aventura. Peguei uma canoa cinco minutos antes da bateria e vi que não era um bicho de sete cabeças e fui", comemorou Cristina.

"Os corredores de aventura têm essa característica, de se adaptarem ao esporte que for. São muito versáteis pelas modalidades que eles têm de praticar em competições, que vão do mountain bike ao patins", explicou o organizador da prova, canoísta e também corredor de aventura, João Castro.



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