
O cais da estação baleeira de Husvick
Foto: Marcos Hurodovich

Hoje em dia a única estação aberta aos visitantes é a de Grytviken
Foto: Marcos Hurodovich

Canhão da época da guerra das Malvinas
Foto: Marcos Hurodovich

Nascer do sol na ilha
Foto: Marcos Hurodovich

Amyr Klink na Geórgia do Sul
Foto: Júlio Fiadi
"Terra! Terra à vista! Imponente, mas linda - mil vezes - do que qualquer foto que já havia visto da ilha". Esta frase, escrita por Amyr Klink em seu livro Mar Sem Fim - que relata sua volta ao mundo circunavegando a Antártica - parece ter sido mais do que tudo um desabafo. Porque a paisagem da Geórgia do Sul impressiona.
Talvez tenha sido a mesma sensação do primeiro a topar com a ilha: o mercador londrino Antoine de La Roche que, arrastado para a região durante uma tempestade no Cabo Horn, achou abrigo nas isoladas terras da Geórgia, em 1675. Pouca cerimônia para uma fantástica descoberta.
Em 1775 o capitão James Cook formalizou a posse do lugar para o seu país - Grã-Bretanha -, quando empreendeu uma expedição a bordo da nau capitânia Resolution. Pensou ter encontrado o último continente existente, mas logo desanimou. Apesar de tudo, seus relatos sobre a população de animais marinhos chamaram a atenção dos caçadores - uma vez que a descoberta coincidia justamente com o esgotamento das baleias no Atlântico Norte.
Avanços tecnológicos permitiram que Carl Larsen realizasse em 1904 o segundo empreendimento destrutivo - a indústria de pesca de baleias. A partir de então, a ilha ficou fadada à caça indiscriminada que, até 1965, chegou a abater cerca de 180 mil animais.
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