Meteorologista Rubens Villela fala sobre previsão do tempo em expedições

Tema:Expedições
Autor: Chris Bueno
Data: 20/6/2005

Ele já realizou 12 viagens de pesquisa ao continente Antártico, aprendeu a voar de planador para ter um contato “mais íntimo” com a atmosfera, já ajudou no planejamento de expedições de Amyr Klink, e até já viu OVNIs. Este é um breve resumo do extenso currículo – repleto de experiências marcantes e grandes aventuras - de Rubens Junqueira Villela, professor-pesquisador aposentado do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP) e um dos mais notáveis meteorologistas brasileiros. Além disso, Villela foi o primeiro brasileiro a pisar no Pólo Sul geográfico, em 1961. Apaixonado por sua profissão, ele está disposto a enfrentar mares turbulentos, viajar durante longos períodos e escalar montanhas para conhecer mais sobre os fenômenos atmosféricos, suas conseqüências e implicações. Por experiência própria, afirma que entender um pouco de alterações climáticas e consultar serviços meteorológicos antes de praticar um esporte de aventura ou realizar uma expedição é fundamental e pode fazer a diferença entre ser bem sucedido ou não. Confira as histórias, relatos e dicas interessantes do prof. Villela nessa entrevista exclusiva!

360Graus - Como é ser meteorologista nos dias de hoje, comparando com a época em que você começou?
Rubens Villela - Mudou bastante, pois a meteorologia foi um dos ramos que mais se beneficiaram com os maiores avanços tecnológicos e científicos dos últimos 50 anos, como satélites, computadores, pesquisa espacial, radares, etc. Quando comecei a me interessar e praticar meteorologia, em 1953, morando nos Estados Unidos onde estudava engenharia, obtinha os dados meteorológicos pelo rádio, graças a meu conhecimento do código telegráfico Morse. Escrevia as mensagens transmitidas em códigos cifrados, plotava cartas sinóticas e diagramas adiabáticos, usava o barômetro do laboratório de física da Universidade de Maryland.

Tinha um pequeno veleiro na Washington Sailing Marina, com um sócio, José Fernal , e para fazer previsão do tempo para nossas velejadas no rio Potomac, eu fazia uma análise sinótica do Atlântico Norte inteiro! (Ensinei telegrafia ao Fernal, que trabalhava na embaixada do Brasil, o que lhe rendeu nova função, de radiotelegrafista encarregado de receber o boletim diário de notícias emitido pelo Itamaraty).

Depois mudei para a Florida State University, onde me formei meteorologista em1957 (ano do Sputnik I). Meu 1º emprego no Brasil foi na Real-Aerovias onde ainda se recebia as informações meteorológicas via radiotelegrafia. Claro que de lá para cá o trabalho da meteorologia mudou muito, hoje se tornou muito dependente dos computadores e da internet, temos disponíveis uma enormidade de dados brutos e de produtos elaborados que tanto facilitam como complicam o serviço...

Mas para mim o trabalho não perdeu o seu encanto, ainda há muitos mistérios por descobrir sobre a atmosfera deste e de outros planetas. E nas várias expedições à Antártida em que participei mais recentemente, continuei usando os conhecimentos de radiotelegrafia para receber dados meteorológicos, dos navios russos e dos faróis chilenos, por exemplo. Entretanto, como professor da matéria na USP, preocupava-me a dependência dos alunos aos computadores, tirando-lhes certa sensibilidade para com a atmosfera real.

360Graus - Como você se envolveu com esportes de aventura e expedições e resolveu unir a isso sua profissão de meteorologista?
Villela - Meu interesse na meteorologia derivou do meu sonho de conhecer a Antártida. Achei que meteorologia era um conhecimento útil que me facilitaria um dia engajar-me numa expedição antártica. Também sonhava com a aviação e a navegação marítima, pensando um dia dar a volta ao mundo em veleiro, como Joshua Slocum, Le Toumelin, Vito Dumas e outros. Lia estes livros de navegadores e exploradores antárticos, anotava suas observações e experiências com as condições meteorológicas reais que encontravam e as comparava com a teoria.

Trabalhar na aviação comercial para mim era uma aventura, levou-me a aprender a voar de planador. Tenho para com o vôo à vela uma dívida impagável, pela alegria de voar e pela formação de meteorologista, pela maior intimidade com a atmosfera, principalmente com os seus movimentos verticais, que meus colegas presos ao solo não sentem... Saberiam eles a sensação que é subir a três metros por segundo rodando numa térmica? Conservo enorme admiração por todos que praticam esportes na natureza, também aprendi com o montanhismo. Vibrei com os feitos do Amyr Klink, para cujos projetos procurei contribuir, e com eles aprender novos usos ou novos aspectos da meteorologia.

360Graus - Ao longo de sua carreira, você acabou dedicando grande parte das suas pesquisas à Antártica. Como é a meteorologia no continente gelado? Como suas mudanças climáticas podem afetar o resto do mundo?
Villela - A meteorologia na Antártida (desculpem se prefiro essa grafia, é a original, desde meus 16 anos de idade quando me interessei pelo assunto!) é a mais “movimentada” do planeta. O continente e seus mares são uma verdadeira fábrica do tempo. O meteorologista ocupa ali uma posição chave, seus serviços são constantemente solicitados, seja para fins operacionais como de pesquisa científica. Ninguém sai da Estação Antártica Comandante Ferraz, mesmo para breve excursão, sem antes consultar a previsão. Condições extremamente hostis, de vento, temperatura, visibilidade etc. podem surgir aparentemente sem aviso, mas o meteorologista pode avisar com pelo menos três horas de antecedência. O preço de não utilizar o serviço de previsão pode ser muito alto. Recentemente um pesquisador coreano perdeu a vida, quando o bote inflável em que estava virou numa tempestade ciclônica perto da base.

Já a pesquisa meteorológica na Antártida é da maior importância para a ciência, tanto para esclarecer o passado do planeta e seu clima, como para o entendimento de fenômenos atmosféricos típicos da região e que podem afetar o planeta todo. Mesmo o Ártico, no pólo oposto, não apresenta o mesmo grau de influência e o mesmo interesse para a pesquisa atmosférica.O volume de gelo sobre o continente e nos mares antárticos é incomparavelmente maior. Por outro lado, as mudanças climáticas são ali amplificadas, fornecendo sinais mais fortes e claros das tendências, através do degelo, da perda de grandes placas das plataformas costeiras, etc. A pesquisa antártica permite medir o sentido e o grau do aquecimento global atual, comprovando sua aceleração nos últimos 20 anos. Naturalmente, existe uma retroalimentação (feed back), o aquecimento reduz o gelo, menos gelo permite maior aumento de temperatura.

360Graus - No final do ano passado, o mundo foi surpreendido pelas tsunamis que atingiram o continente asiático causando mortes e destruição. Fenômenos naturais como este podem causar algum impacto climático no planeta?
Villela - Podem, mas provavelmente impactos mínimos no caso de tsunamis. O microclima local pode ser modificado pela devastação e modificação da superfície, o abalo sísmico associado pode até causar pequenas alterações na rotação da Terra, mas que se saiba, muito pequenas para afetar sensivelmente o clima planetário. Já no caso das erupções vulcânicas, o efeito é muito maior, devido à contaminação atmosférica por gases e poeira, transportados a grandes alturas e distâncias, afetando o equilíbrio radiativo do planeta todo. Lembramos 1963, ano anormal (seca e geada no Brasil), afetado pela erupção do Agung na Indonésia.

360Graus - Você já participou de projetos do Amyr Klink. Qual o papel da meteorologia no planejamento de uma grande expedição?
Villela - Claro que o conhecimento dos fatores ambientais que vão ser enfrentados é uma das primeiras considerações do planejador. Para o Amyr, fiz um estudo das condições meteorológicas e climatológicas na rota Brasil-Antártica e nos possíveis locais de invernação na região da Península. O plano dele incluía um ponto de espera (baía Thetis) para evitar os temporais ciclônicos (depressões) na passagem de Drake. Ele chama de “navegação meteorológica”, navegar de acordo com as condições meteorológicas. Isto é, trabalha-se tanto sobre as cartas náuticas quanto sobre as cartas sinóticas, que permitem deduzir o vento, a evolução do tempo, a localização de frentes e centros de baixa e alta pressão atmosférica. Assim fizemos também (o Hermann Hrdlicka, Eduardo Louro, Fausto Chermont, e eu) a bordo do “Rapa Nui”, equipado com radiofacsímile, quando fomos ao encontro do Amyr na Baía Dorian. E ainda foi esse o meu trabalho em todas as outras expedições antárticas em que estive (12 ao todo).

360Graus - Qual foi a expedição mais marcante que você participou? Por quê?
Villela - Difícil escolher, pois foram todas as doze aventuras marcantes, como não incluir a missão no “Rapa Nui” por exemplo? Mas talvez a mais marcante seja a primeira, porque foi a realização de um sonho acalentado por 15 anos até tornar-se real. Viajei a bordo do navio quebra-gelo “Glacier” da Marinha dos EUA, então o mais poderosos navio do tipo no mundo. Embarquei na Nova Zelândia, exploramos uma região da costa do continente inteiramente desconhecida, descobrindo ilhas, montanhas e plataformas de gelo que não tinham nome nem estavam nos mapas. Desembarquei quatro meses depois no cais da praça Mauá no Rio, em abril de 1961, ainda vivendo em sonho. Escrevi uma reportagem em 20 partes que saiu na Folha de S. Paulo, fiz relatório para o CNPq que me designara observador brasileiro.

Solicitei e obtive do governo uma audiência com o presidente da república, Jânio Quadros, para expor-lhe a oferta de cooperação dos EUA, interessados na época em que mais brasileiros participassem nas expedições americanas. Mas poucos dias antes da audiência marcada, Jânio renunciou e o país entrou numa turbulência política, inviabilizando qualquer atenção oficial para com o continente gelado...

Tremendamente marcante também foi a primeira expedição brasileira, a bordo do navio oceanográfico da USP, o “Prof. W. Besnard”. E não posso deixar de lembrar o dia 6 de fevereiro de 1984, em que vi a bandeira brasileira subir no mastro, inaugurando a Estação Antártica Comandante Ferraz. São acontecimentos que superaram os meus mais ousados sonhos de menino.

360Graus - Durante suas inúmeras viagens e expedições, você deve ter passado por diversas situações bastante complicadas, algumas até perigosas, especialmente em relação a adversidades climáticas. Você pode nos relatar alguma?
Villela - De fato, foram várias tais situações e novamente não me é fácil escolher. E se além de cumprir as missões, conseguimos sobreviver, foi graças ao trabalho de equipe, a competência e valor dos integrantes, seja no mar, no ar ou em terra. Por exemplo, no caso da capotada no “Rapa Nui” no meio do Estreito de Drake, não esqueço a coragem do Hermann que agüentou firme na roda do leme uma parte do ciclone (felizmente ele entrou para a cabine antes da capotada), a experiência do Edu, o comentário do Fausto (“o mar está igual ao que a gente só vê nas histórias de quadrinhos”). Quando, no “Besnard”, o vento nos jogou nas pedras frente a Ferraz, foi a perícia do comandante Waldir e do prático Fábio Fontes, e a ajuda providencial de lancha da Marinha, que nos salvaram do naufrágio.

No “Glacier”, ficamos 20 dias presos no gelo, nos safamos por um triz de ficar ali até o próximo verão, com ajuda de explosivos. E livrei-me de um acidente de helicóptero por sorte: estava escalado para ir num vôo ao acampamento em terra onde quatro cientistas isolados numa tempestade acabavam de ser resgatados; meu companheiro de cabine Bill Vaughn, da National Geographic, implorou pra ir no meu lugar, jogamos cara e coroa e ele ganhou. O helicóptero incendiou-se e caiu no gelo, felizmente todos se salvaram. As fotos estão no número de fevereiro de 1962 da revista.

360Graus - Na hora de realizar uma expedição curta – ou algum esporte de aventura como balonismo – quais equipamentos você recomenda que o praticante leve que podem ajudar a entender/ prever as condições climáticas e evitar possíveis problemas?
Villela - Recomendaria um barômetro, que se lido corretamente, pode evitar muitas roubadas. Hoje existe até relógio de pulso com este instrumento. A pressão atmosférica é um indicador muito sensível do estado do tempo e sua tendência. Mas para isso é preciso levar em conta a maré barométrica, que é uma oscilação natural e mais pronunciada nas regiões tropicais. A pressão passa por um máximo em torno das 10 horas locais, por um mínimo às 16 horas, por outro máximo (menor) às 22 horas, e outro mínimo (menor) às 04 horas. Descontada esta variação, a tendência barométrica (mais que o valor absoluto) prenuncia a aproximação de frentes frias que podem trazer chuva forte ou prolongada, quando cai, e tempo estável, quando sobe. A indicação do barômetro é ainda mais útil quando combinada à observação de outros elementos, como a direção e velocidade do vento, a evolução das nuvens, etc.

360Graus - Os moderníssimos equipamentos eletrônicos ajudam na previsão do tempo durante a prática de um esporte de aventura ou de uma expedição, mas também podem falhar. Quando não se dispõe de tecnologia para prever o tempo, quais indícios que podem mostrar que não é uma boa hora para praticar um esporte como kitesurf ou vôo de balão?
Villela - Um indício imediato pode ser a presença de um CB, a nuvem cumulonimbos, causadora das trovoadas, acompanhada muitas vezes de granizo e fortes rajadas de vento. É preciso saber reconhecer este tipo de nuvem, e melhor ainda, a que situações meteorológicas ela está associada, pois de for a uma frente fria ou linha de instabilidade (esta geralmente procede de noroeste), os efeitos podem ser muito mais violentos. No litoral, a falha da brisa marinha, forte alta de temperatura, e entrada de vento noroeste, pode anunciar a aproximação de uma frente fria. Se esta estiver ligada a um centro de baixa pressão próximo da costa, espere a frente trazer vento de sudoeste que pode passar dos 40 nós. Mas este vento pode ser até bem-vindo pelos kitesurfistas, como já vi aqui na Barra da Tijuca (se bem que um deles rompeu um cabo e teve que ser socorrido pelos bombeiros).

Seria da maior utilidade o esportista consultar, além das previsões, as imagens de satélite e cartas sinóticas disponíveis na internet. Para isso ele teria que ter noções básicas de meteorologia (como é obrigatório para os voadores) e adquirir o hábito de acompanhar constantemente a evolução do tempo, pelas nuvens, pelo vento, e pelo barômetro, como já falei.

360Graus - Pesquisando na Internet (ver referências abaixo), descobrimos relatos em que você diz ter tido uma estranha visão, que definiu como podendo ser um OVNI, durante uma expedição à Antártica. Você pode nos relatar o que aconteceu? Como foi essa visão?
Villela - Estávamos fundeando o “Glacier”, dia 16 de março de 1961, precisamente onde hoje fundeiam os navios da Marinha do Brasil, em frente onde é hoje a Estação Ferraz. Encontrava-me com outros poucos marinheiros no tijupá (flying bridge) quando fomos surpreendidos por um objeto luminoso cortando os céus. Era oval e deixava longo rastro na forma de tubo oco de cor alaranjada, emitindo na parte frontal, antenas em forma de V viradas para trás. Não ouvimos ruído. Foi mudando de cores e desapareceu muito subitamente.

Descrevi o incidente na minha série de reportagens para a Folha de S.Paulo. Cada observador interpretava de um jeito: ogiva de foguete, meteorito, sinalização de socorro, etc. O comandante Porter mandou uma lancha desembarcar em terra para verificar se alguém fizera o sinal. Fiz parte do grupo de desembarque e vivemos outra aventura. Uma tempestade nos impediu de voltar ao navio por 16 horas. O timoneiro tomou uísque medicinal encontrado a bordo e, desgovernados, quase viramos...

Falando seriamente, eu tinha certeza que o objeto, pelas suas características, “não era desse mundo”. Anos mais tarde na França relatei a observação a cientistas de um grupo de estudo, o GEPA (Grupo de Estudos de Ufologia) fundado pelo general Lionel Chassin, que quando comandava manobra da NATO (Organização do Tratado no Atlântico Norte) , teve a frota sobrevoada por esquadrilha de OVNIs, que desativaram todos os armamentos. Prossegui então nas pesquisas num grupo de São Paulo, a APEX (Associação Paulista de Pesquisas Exológicas), que, através de um contatado, me levaram a viver acontecimentos extraordinários, comprovando a realidade do fenômeno, e a natureza de seus tripulantes, extraterrestres “como denominam vocês”, segundo alguns deles se identificaram. Tivemos contato direto com uma chamada “nave patrulha” e uma sonda, na rodovia dos Bandeirantes e em Limeira, em novembro de 1978.

A experiência de contato tornou-se assustadora quando seres de outra origem intervieram e nos vimos, no meio de um canavial, entre dois fogos, sendo um companheiro do grupo (o contatado) atingido por um raio de luz que o jogou no chão. Partira de um veículo flutuante parecido a um fusca. Foi-nos advertido que este tipo de pesquisa envolve riscos, tanto “para vocês como para nós extraterrestres”. Tive outras experiências de pesquisa posteriores. Conclui que a vida no universo não é bem como imaginamos ou pensam os cientistas, e que muito ainda temos que aprender na nossa evolução. E que a Terra é o nosso mundo, temos obrigação de zelar por ele, e é aqui que temos de trilhar nosso caminho evolutivo, pelo nosso esforço solidário, sem esperar salvação de seres de outros mundos, que também têm seus próprios problemas para resolver...

Sobre o assunto:

Revista Brasileira de Ufologia: Depoimentos
http://ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=514&PHPSESSID=3c04d3dbac7abd1fa4554a1524779a44

Revista Vigília: Objetos fotografados por satélites ainda causam confusão
http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=521

Portal UFO Gênesis: Investigando Ufologia com e sem hipnose
http://www.ufogenesis.com.br/noticias/noticias.asp?noticias=2457

Ufologie.net: Les OVNIS et la science - Declaration Sur Les Objets Volants Non Identifies
http://ufologie.net/books/mcdonaldhcsa68meteorologistsf.htm

Enigma: Antarctic Operation High Jump USS Philipine Sea Nimitz Admiral ...
www.violations.dabsol.co.uk/enigma/enigmapart3.htm





© Copyright 1998 - 2012 - 360 GRAUS MULTIMÍDIA
Proibida a reprodução integral ou parcial, para uso comercial, editorial ou republicação na Internet, sem autorização mesmo que citada a fonte.

Compartilhe:


Livros:

Equipamentos:

  • Você conhece a Ilha do Cardoso? Um paraíso no litoral paulista
    Lugares
    Você conhece a Ilha do Cardoso? Um paraíso no litoral paulista
  • Kit de primeiros socorros: você sabe o que levar ou como montar?
    Saúde
    Kit de primeiros socorros: você sabe o que levar ou como montar?
  • No Dia do Aviador, veja curiosidades sobre a vida de Santos Dumont
    Aviação
    No Dia do Aviador, veja curiosidades sobre a vida de Santos Dumont
  • Conheça algumas dicas para mergulhar e aproveitar o verão
    Mergulho
    Conheça algumas dicas para mergulhar e aproveitar o verão
  • Conheça a Estrada Parque no Pantanal Sul: uma estrada histórica
    Trilha Off-road
    Conheça a Estrada Parque no Pantanal Sul: uma estrada histórica
  • Parque Nacional da Serra dos Órgãos: paraíso perto do Dedo de Deus
    Ecoturismo
    Parque Nacional da Serra dos Órgãos: paraíso perto do Dedo de Deus