
Nesta classe encontram-se os pepinos-do-mar ou holotúrias. São alongados, geralmente cilíndricos e não apresentam espinhos, apenas microscópicos ossinhos calcários sobre a pele. Vivem sobre fundos arenosos ou lodosos e algumas espécies enterram-se. Engolem porções do sedimento do fundo para retirar a matéria orgânica e seus excrementos são característicos, permitindo localizar um animal através de seus dejetos. Algumas espécies são utilizadas como alimento por alguns povos orientais. Foto 7 – pepino do gênero Isostichopus , muito comum em nossos mares. Nesta coluna:
Classe Crinoidea
Os crinóides ou lírios-do-mar talvez sejam os menos conhecidos entre os equinodermos provavelmente porque sua freqüência em nossos mares é bem menor do que a dos demais representantes. Moram em profundidades variadas sobre substratos duros comorochas e corais. Têm cores variadas e um conjunto de braços que se assemelha a penas partindo de um cone central onde existem estruturas encarregadas de permitir que o animal se agarre ao substrato onde se encontra.
Algumas espécies têm capacidade de natação, utilizando para isso seus longos braços. Alimentam-se basicamente do plâncton recolhido por seus braços. Foto 8 – crinóide mostrando seus delicados braços na Laje de Santos.
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