

Foto 1 - raia chita na Laje de Santos
Foto: Armando de Luca

Foto 2 – raia manta na Laje de Santos
Foto: Axel Blikstad

Foto 3 – olhete na Laje de Santos
Foto: Armando de Luca Junior

Foto 4 – frade na Laje de Santos
Foto: Armando de Luca Junior
Olá amigo sub, tudo bem?
No último artigo falei sobre os cordados primitivos e, a partir deste, chegamos finalmente ao grupo dos vertebrados, onde encontramos os peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Destes, apenas não falarei sobre anfíbios, já que não existem exemplares marinhos no grupo. Uma curiosidade: você sabia que um dos principais critérios utilizados para separar os peixes em dois grandes grupos é pelo esqueleto? Temos os peixes de esqueleto ósseo e cartilaginoso
Pois é, aqueles que possuem esqueleto formado por tecido cartilaginoso fazem parte dos chamados condríctes, onde são encontrados os tubarões, raias e um tipo pouco conhecido, que é a quimera.
Mas tubarões e raias, fortes como são, às vezes enormes também, conseguem ter seu corpo sustentado por cartilagens? Sim, pois ao contrário do que muitos imaginam ao lembrar de nossas cartilagens das orelhas e ponta do nariz, esse tecido também tem uma ótima resistência (foto 1 e 2).
O outro grupo, muito mais numeroso do que o primeiro, apresenta o esqueleto formado por tecido ósseo, fazendo parte dos chamados osteíctes, sendo representado por todos os demais peixes conhecidos, como as garoupas, robalos, sardinhas, cavalos-marinhos, baiacus etc (foto 3 e 4). Entre esses dois grupos, podemos citar também uma série de outras diferenças.
Nesta coluna:
» Entenda melhor as características dos peixes
» Armando de Luca: Sobre os cardumes e a reprodução dos peixes
Nota do editor: o texto desta coluna não reflete necessariamente a opinião do site 360 Graus, sendo de única e exclusiva responsabilidade de seu autor.
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