
Instrutor Kiko Emerson
Foto: Silvio de Oliveira

Kiko e Hugo na Bocaina
Foto: Guilherme Rocha

Ellus em São Conrado - Pouso
Foto: Guilherme Rocha

Equipamento - Hook XS - Aluno Daniel
Foto: Guilherme Rocha
A responsabilidade do instrutor de parapente é muito grande e ele deve se dar conta disso, pois será responsável pelos hábitos de vôo de seus alunos com suas virtudes e seus vícios. De um modo geral a segurança desses futuros pilotos vai depender em muito desses hábitos.
A responsabilidade do Instrutor não cessa aí, ao contrário vai além, abrangendo também os equipamentos de vôo e até futuros passageiros que seus ex-alunos venham a transportar. O ex aluno que optar por ser também instrutor levará esses hábitos para a frente e multiplicará infinitamente os métodos que apreendeu em seu próprio curso e ao longo da sua vida de piloto, isso por sua vez aumenta em muito a responsabilidade de uma instrução responsável e consciente.
A negligência, imprudência, incapacidade ou mesmo a simples omissão por parte do instrutor pode gerar desastrosas conseqüências que podem ser multiplicadas numa extensão imprevisível caso esses alunos venham a se tornarem também instrutores. Todo instrutor deve estar consciente de sua responsabilidade e esforçar-se conscienciosamente para instruir cada um de seus alunos, do modo mais perfeito possível.
O instrutor deve estar ciente que cada aluno apresentará uma mentalidade e personalidade diferenciada, e para ministrar a melhor instrução possível é fundamental que se tenha um planejamento cuidadoso e uma técnica infatigável além de buscar tratar cada aluno de acordo com sua mentalidade e personalidade e procurar entender qual a maneira que determinado aluno mais absorve suas informações, tem alunos que apreendem melhor ouvindo e outros olhando, é sabido que pessoas tem diferentes maneiras de facilitar o aprendizado e por isso o instrutor deve estar atento para se reciclar e aperfeiçoar sua abordagem junto a cada indivíduo sem contudo fugir de seu planejamento de aula.
Cada aluno pode apresentar dificuldades diferentes e cabe ao instrutor se questionar sobre a maneira adequada de abordar o aluno e assim otimizar o aprendizado, é preciso levar em conta que cada aluno vai ter uma tendência à alguns vícios bem como também terão tendências à algumas virtudes específicas, pois todos eles possuem determinada capacidade que precisa ser levada em consideração.
Cabe ao bom instrutor usar essas informações para melhor capacitar seus alunos. Ao final do curso o instrutor deve conseguir nivelar a um padrão mínimo que permita ao jovem piloto se divertir com segurança, e para isso o instrutor não deve ter um plano de aula geral e sim específico, onde deve levar em contas essas diferenças acima descritas a fim de capacitar cada aluno a ser um piloto apto a voar com segurança.
O conhecimento da teoria de vôo é muito importante para que o novo piloto possa pensar como voador e aos poucos deixar de pensar como simples terrestre, é fundamental que o instrutor estimule essa postura em seus alunos através de aulas teóricas que possam servir de base para sua formação como piloto, deve ainda o instrutor estimular seus alunos a buscar constantemente evoluir e se aperfeiçoar.
Costumo dizer que a melhor aula teórica é aquela que chamo de “teoria em prática” que é exatamente conversar com um ou mais alunos sobre os treinamentos e mesmo vôos de outros alunos e pilotos e discutir em conjunto a teria de vôo e a técnica utilizada, assim se pode observar na Prática o que a teria explica, fica como se pudéssemos exemplificar a teoria
A aptidão prática de cada um é diferente, mas os métodos de treinamento, os conhecimentos, a adaptabilidade, capacidade e técnica do instrutor, bem como do tipo e do estado do equipamento usado na escola são fatores de grande importância. Vários fatores poderão auxiliar o progresso do aluno, são eles:
» ECOTURISMO
» LITERATURA
» ASA-DELTA
» HIDRATAÇÃO
» CICLISMO
» CAMINHADA
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