Condições climáticas excepcionais podem ser encontradas em países como Estados Unidos, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia, deixando os pilotos Brasileiros em grande desvantagem quando o assunto é recordes mundiais.
Recentes recordes mundiais foram batidos em condições de vôo que não são rotineiras no Brasil, como o vôo em onda ou termo-onda. Os vôos no Brasil são realizados em condições de vôo térmico, que não proporciona geralmente as grandes alturas que são necessárias para a quebra de recordes.
Apenas para dar uma dimensão deste abismo que nos separa, em 1999 o Americano J. Payne estabeleceu o atual recorde mundial de velocidade sobre um percurso ida-e-volta de 500 km com a incrível média de 247,5 km/h, enquanto o recorde Brasileiro neste tipo de prova é de 99,2 km/h.
O Brasil detém hoje um recorde mundial, o que já pode ser considerado uma grande vitória: o recorde de velocidade em triangulo de 500 km, a 97 km/h com o planador modelo PW-5, pilotado por Claudio Blois em 2005.
Alguns recordes mundiais e nacionais em vigor:
Mundiais:
- Recorde de altitude: 2006, Steve Fossett (EUA), 15 mil metros
- Recorde de velocidade: 2003, H.Miranda (AR), 249 km/h
- Recorde de distância: 2003, Klaus Ohlmann (ALE), 3.009 km.
Nacionais:
- Recorde de altitude: 1955, G. Munch, 7,7 mil metros
- Recorde de velocidade: 1998, Egon Rehn, 152 km/h
- Recorde de distância: 2002, Thomas Milko, 1.060 km.
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